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quarta-feira, 30 de abril de 2014

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL em charges


A IDEOLOGIA DO ESPAÇO VITAL
O descontentamento do povo alemão após a derrota na Primeira Guerra Mundial tomou forma e vulto com a ação dos nazistas, que empreenderam um movimento para anular as imposições feitas em Versalhes.
Hitler difundia a ideia de que a Alemanha havia sido derrotada na Primeira Guerra Mundial devido a traições internas e acusava os judeus. A conquista do poder político foi o primeiro passo para a realização de seus objetivos. O próximo passo, no plano externo, seria a tomada de novos territórios. Difundindo a ideia de "espaço vital", Hitler uniu a parte significativa dos alemães ao seu redor.
De acordo com a doutrina do espaço vital, as forças nazistas afirmavam que era preciso integrar as comunidades alemãs dispersas na Europa (Áustria, Sudetos - região da então Tchecoslováquia - e Dantzig - enclave alemão em território polonês) e conquistar a Polônia e a Ucrânia, consideradas regiões "vitais" para o povo alemão. A Ucrânia, por exemplo, vasta e fértil região pertencente à União Soviética, produzia trigo, minérios e outras matérias-primas.
O INÍCIO DA GUERRA
O plano de expansão do governo alemão envolvia uma série de etapas. Em 1938, com o apoio da maioria da população austríaca, o governo nazista anexou a Áustria. Em seguida, reivindicou a integração das minorias germânicas que habitavam os Sudetos (região montanhosa da Tchecoslováquia). Como esta não estava disposta a ceder, a guerra parecia iminente. Foi então convocada uma conferência internacional em Munique.
Na conferência de Munique, em setembro de 1938, ingleses e franceses, seguindo a política de apaziguamento, cederam à vontade de Hitler, concordando com a anexação dos Sudetos.
A conferência de Munique prejudicou a Tchecoslováquia, criando mais tensões.








Apesar da promessa de não fazer novas exigências caso recebesse a região dos Sudetos, Hitler ocupou o restante da Tchecoslováquia em 1939 e, em seguida, voltou-se contra a Polônia. Passou a exigir então, a anexação à Alemanha do território de Dantzig e da faixa territorial que dava à Polônia saída para o mar, tal como fora fixado no Tratado de Versalhes. 
Em 20 de agosto de 1939, o governo alemão e o governo soviético assinaram um pacto de não agressão recíproca. Esse pacto previa a anexação de territórios poloneses pela Alemanha e pela União Soviética e garantiu a Hitler a possibilidade de invadir a Polônia sem ameaça de intervenção soviética. Percebia-se que esse pacto não ia durar muito tempo.








Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polônia e a dominou após três semanas.











Em 20 de agosto de 1939, o governo alemão e o governo soviético assinaram um pacto de não agressão recíproca. Esse pacto previa a anexação de territórios poloneses pela Alemanha e pela União Soviética e garantiu a Hitler a possibilidade de invadir a Polônia sem ameaça de intervenção soviética. Percebia-se que esse pacto não ia durar muito tempo.
Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polônia e a dominou após três semanas.

A GUERRA NA EUROPA
O governo inglês, aliado ao da Polônia, declarou guerra à Alemanha. A França, aliada da Inglaterra, fez o mesmo.
As tropas alemãs registraram muitas vitórias no começo da guerra. Seus generais tinham desenvolvido a técnica de Blitzkrieg (guerra-relâmpago), que consistia em ataques fulminantes. O exército alemão possuía tropas bem treinadas e armamentos modernos. Com esses meios, os nazistas ocuparam rapidamente a Bélgica, a Holanda, a Noruega, a Dinamarca e parte da França. Em 1940, a Itália entrou na guerra, consolidando o já existente Eixo Roma-Berlim. Algum tempo depois o Japão aliar-se-ia a esse bloco.

 






Na primavera de 1940, em apenas seis semanas, os alemães havia dominado quase toda a França, tendo o governo francês abandonado Paris e se instalado em Vichy, no sul da França.


Com o rápido avanço das tropas alemãs por terra, os exércitos ingleses e franceses ficaram concentrados na praia de Dunquerque, no norte da França. Mas conseguiram se retirar para a Inglaterra em navios, barcos pesqueiros e até embarcações particulares que a marinha inglesa, com a ajuda dos Aliados, mobilizou para esse fim. O episódio ficou conhecido como Retirada de Dunquerque.
No final de 1940, a Alemanha dominava quase toda a Europa. Dentre seus adversários, a Inglaterra era o país que se encontrava em melhores condições de continuar a resistência.
Em agosto daquele mesmo ano, o governo alemão começou os ataques aéreos em massa contra a Inglaterra.
A aviação inglesa, com o auxílio de radares, conseguiu resistir, causando enormes perdas à aviação alemã e levando Hitler a abandonar a ideia de invadir o território inglês.


Derrotado na Inglaterra, Hitler voltou-se para seu grande projeto: conquistar a União Soviética. Ele acreditava que com essa conquista a Alemanha se transformaria num império invencível.

Antes, porém, de atacar a União Soviética, Hitler colaborou com Mussolini na invasão da Grécia. Os alemães derrotaram os gregos e os iugoslavos.
Para a guerra contra a União Soviética, o governo nazista preparou um força com cerca de 4 milhões de homens, 3.300 tanques e 5.000 aviões.
A GUERRA NO MUNDO
Em 1941, a guerra europeia se transformou em guerra mundial: a invasão da União Soviética pela Alemanha e o ataque japonês, em dezembro, à base norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, envolveram outros países no conflito.
A agressão japonesa a Pearl Harbor levou os Estados Unidos a entrarem efetivamente na guerra. Até então, o país colaborava indiretamente com os Aliados.







Após esse ataque, o Japão realizou diversas conquistas: na China e na Indochina, nas Filipinas e na Indonésia, passando a ameaçar, inclusive, a Austrália. As conquistas japonesas indicavam o desejo de tornar o Pacífico um oceano japonês.
A Alemanha, aliada do Japão, declarou guerra aos Estados Unidos. Naquele momento, porém, o objetivo mais importante para Hitler era a conquista do leste da Europa, região importante para a expansão alemã. A guerra contra a União Soviética era representada como uma luta contra o comunismo. Hitler declarou que as cidades de Moscou e Leningrado, juntamente com sua população, deveriam ser destruídas; dessa forma, segundo o ditador, não haveria necessidade de alimentá-las.
As instruções às tropas Alemãs que chegavam ao território soviético eram as seguintes: "Utilizar meios ilimitados, quaisquer que sejam eles, inclusive contra mulheres e crianças. Nenhum alemão que participe das operações deve ter responsabilidade pelos atos de violência nem ser submetido a nenhuma medida disciplinar."
A INVASÃO DA UNIÃO SOVIÉTICA
No dia 22 de junho de 1941, 150 divisões do exército nazista iniciaram a invasão da União Soviética. Estava rompido o pacto de não agressão entre os dois países, assinado em 1939 por Hitler e Stalin.
As tropas nazistas invadiram a União Soviética organizadas em três frentes: um exército marchou em direção ao norte, para cercar Leningrado; outro, em direção ao centro, com o objetivo de conquistar Moscou; e um terceiro rumou em direção ao sul, com objetivo de apoderar-se dos campos de trigo da Ucrânia.
 Atacado de surpresa, o exército soviético não conseguiu impedir o avanço das tropas nazistas, que, em menos de um mês, já havia percorrido 750 quilômetros em direção ao interior do país e se aproximavam cada vez mais da capital, Moscou.



 O governante soviético Josef Stalin fez um pronunciamento convocando os soviéticos à luta:
"O inimigo é cruel e implacável. Pretende tomar nossas terras regadas com o suor dos nossos rostos; tomar nosso cereal, nosso petróleo, obtidos com o trabalho de nossas mãos. Pretende restaurar o domínio dos latifundiários, restaurar o czarismo (...), germanizar os povos da União Soviética e torná-los escravos de príncipes e barões alemães (...). Por isso, o povo deve abandonar toda a benevolência (...), não pode haver clemência para o inimigo (...). E (principalmente) em caso de retirada forçada (...), todo o material rodante tem que ser evacuado. Ao inimigo não se deve deixar um único motor, um único quilo de cereal ou galão de combustível (...). Todos os artigos de valor, inclusive metais, cereais, combustível, que não puderem ser retirados, devem ser destruídos. Nas áreas ocupadas pelo inimigo devem organizar-se guerrilhas, montadas e a pé; devem formar-se grupos de sabotagem para combater o inimigo".
De julho a setembro de 1941, os nazistas avançaram ainda mais. Ao atingirem Moscou, as tropas alemãs haviam tomado considerável parcela do território soviético. Ao sul, toda a Ucrânia e sua capital, Kiev, haviam sido ocupadas. Ao norte, Leningrado estava cercada.
Mas o que Hitler mais queria era a tomada de Moscou. Por isso, ordeno que as forças militares fossem concentradas para um assalto definitivo. Um milhão de homens, 1.700 tanques e cerca de 1.000 aviões compunham os efetivos alemães.
No entanto, a resistência do exército soviético, com tanques e aviões, mostrava-se muito eficiente na defesa. O exército soviético também soube tirar partido do rigoroso inverno russo. Sem uniformes apropriados, dezenas de milhares de alemães morreram de frio e os equipamentos militares perdiam eficiência. Percebendo a fragilidade do inimigo diante do frio, as tropas soviéticas recuavam para regiões mais frias.
Como Moscou resistia, Hitler decidiu tentar a conquista do sul da União Soviética, onde se situava a cidade de Stalingrado (hoje Volvogrado), centro de importante indústria e com vias de acesso fácil aos pólos produtores de petróleo.
Quando Stalin soube do plano de Hitler, emitiu a seguinte ordem: "Exijo que tomem as medidas para defender Stalingrado (...), Stalingrado não deve render-se ao inimigo, e a parte dela que for capturada deve ser libertada".
Stalin determinou que três exércitos com 450 tanques e mais de 2.000 canhões se dirigissem àquela cidade. Com isso, os alemães, que estavam sitiando Stalingrado, acabaram cercados pelos soviéticos. Os reforços que os nazistas solicitavam pelo rádio não conseguiam romper a barreira de aço e fogo montada pelos soviéticos. Diante da derrota iminente, os nazistas se renderam.
A batalha de Stalingrado, uma das maiores da história, foi o início da derrota alemã.
    


AS DERROTAS NAZISTAS
A história militar da Segunda Guerra Mundial pode ser dividida em duas partes: a primeira até 1942, marcada pela expansão vitoriosa das potências do Eixo Roma-Berlim-Tóquio; e a segunda, a partir de 1942, marcada pela contra-ofensiva dos Aliados.
Em 1942, as batalhas de Stalingrado, na União Soviética; de El Alamein, no Egito; e de Midway, no Pacífico, foram fundamentais no processo de vitória dos Aliados sobre o Eixo.
Na batalha de Stalingrado, os soviéticos impuseram a maior derrota ao exército alemão. Essa vitória pôs fim ao mito da invencibilidade alemã e representou o início da contra-ofensiva soviética. De 5 a 12 de junho de 1943, os alemães foram derrotados novamente pelos soviéticos na região de Kursk.
Essa batalha envolveu 1.500 tanques, 500 mil soldados alemães e 1 milhão de soldados soviéticos. Depois de derrotados em Kursk, os alemães não foram capazes de montar uma ofensiva em direção ao leste e recuaram até Berlim. Para muitos estudiosos, foi na União Soviética que a Alemanha perdeu a guerra.
Na batalha de El Alamein, no Egito, os ingleses derrotaram os alemães e os italianos. Ao mesmo tempo, uma expedição de americanos e ingleses desembarcou no Marrocos e na Argélia, para dominar o norte da África e preparar as bases para o posterior ataque ao sul da Europa.
Na batalha de Midway, os norte-americanos afundaram quatro grandes porta-aviões japoneses, pondo fim também ao mito da invencibilidade nipônica.
A RENDIÇÃO DA ITÁLIA E DA ALEMANHA
Os Aliados controlaram o norte da África, invadiram a Sicília em julho de 1943 e, em seguida, desembarcaram na Itália, cujo governo assinou a rendição incondicional (8 de setembro de 1943). Contudo, os alemães que ocupavam boa parte do território italiano resistiram aos Aliados. Soldados brasileiros enviados para a Itália lutaram nessas batalhas.
Roma foi libertada no dia 4 de junho de 1944. Em 2 de maio de 1945, as forças alemãs na Itália renderam-se e, no dia 28, o ditador Mussolini foi fuzilado pelos antifascistas italianos, quando tentava fugir para a Suíça. Seu corpo foi pendurado de cabeça para baixo e exibido publicamente.
As forças da União Soviética, no início de 1944, já haviam retomado grande parte do território ocupado pelos alemães e aguardavam pelo encontro com forças ocidentais para libertar a França e tomar Berlim.

A 6 de junho de 1944, os Aliados desembarcaram na Normandia (costa norte da França) com 2 milhões de homens, 4 mil navios e 10 mil aviões.
Nesse dia, que ficou conhecido como o Dia D, veículos, equipamentos e tropas desembarcaram e montaram diversos núcleos que serviram de bases para o avanço para o interior do continente. Em fins de julho, os Aliados haviam consolidado suas posições na França. Em meados de agosto, Paris levantou-se contra a ocupação alemã, sendo libertada logo em seguida.





A Alemanha, derrotada na frente oriental pelos soviéticos, tentava agora, na frente ocidental, conter o avanço das tropas aliadas. No dia 16 de dezembro de 1944, os alemães procuraram deter as forças americanas e inglesas na região belga das Ardenas. Os Aliados apelaram então a Stalin para que reiniciasse a ofensiva contra as forças alemãs, para dividi-las e, conseqüentemente, enfraquecê-las.
A ofensiva soviética foi reiniciada. Com isso, os alemães foram obrigados novamente a enfrentas os soviéticos no leste; estes, em fevereiro de 1945, chegaram a 150 quilômetros em Berlim. Nos dois meses seguintes, forças soviéticas e americanas ocuparam toda a Alemanha.
No dia 30 de abril, Hitler, derrotado, escondeu-se num abrigo subterrâneo, onde suicidou-se junto com sua mulher, Eva Braun.

No dia 7 de maio de 1945, o comando do exército alemão rendeu-se incondicionalmente.



A RENDIÇÃO DO JAPÃO
Além das batalhas travadas no continente europeu, ocorreram outras no oceano Pacífico e em suas inúmeras ilhas.
Na guerra no Pacífico, as batalhas foram travadas principalmente pela aviação e pela marinha.
Pilotos japoneses denominados camicazes (palavra japonesa que significa "vento divino") lançavam-se com seu avião carregado de bombas sobre os navios norte-americanos, para destruí-los, numa atitude suicida.
"A flor de cerejeira é a primeira das flores, assim como o guerreiro é o primeiro dos homens", afirmava um poema japonês, indicando o código de conduta do soldado nipônico, treinado para lutar até a morte.
Em 6 de agosto de 1945, os americanos lançaram uma bomba atômica sobre Hiroshima, causando a morte de cerca de 100 mil pessoas, ferindo outras 100 mil e destruindo 60% das casas e prédios da cidade. No dia 9 foi a vez de Nagasaki: mais de 60 mil mortos e 100 mil feridos.
Diante desse espetáculo de destruição, o Japão capitulou e assinou sua redição, contrariando a ideia de que o país não se renderia.

O lançamento dessas duas bombas sobre o Japão tinha também como objetivo de mostrar à União Soviética o poderio bélico norte-americano. Embora aliados contra a Alemanha, Estados Unidos e União Soviética constituíam pólos políticos opostos.
CONSEQÜÊNCIAS DA GUERRA
O número de vítimas da Segunda Guerra Mundial foi sem precedentes. Morreram aproximadamente 46 milhões de pessoas: cerca de 26 milhões de soviéticos, 4 200 mil alemães, 4 320 mil poloneses (a maioria judeus), 2 milhões de japoneses, 400 mil americanos e 370 mil ingleses.
Os custos materiais também foram espantosos: cidades em ruínas; pontes, sistemas ferroviários, vias fluviais e portos destruídos; terras agrícolas abandonadas, gado morto e minas de carvão desabadas. Muitas pessoas, famintas e sem lar, vagando pelas ruas e estradas. A Europa tinha pela frente uma tarefa imensa de reconstrução, que realizou com impressionante rapidez.
Politicamente, o final da guerra marca também o declínio do poder da Europa ocidental no mundo. Os Estados Unidos e a União Soviética surgiram como as duas únicas grandes potências políticas, econômicas e militares em torno das quais o restante dos países do mundo se alinhou.
Outras conseqüências da Segunda Guerra Mundial foi o progressivo declínio dos impérios coloniais europeus. Os Estados europeus, que lutaram contra o imperialismo alemão, não tinham como justificar seu imperialismo sobre outros povos.
A Segunda Guerra Mundial marcou também o início da era atômica. Em pouco tempo, além dos Estados Unidos, a União Soviética e outros países passaram a dispor de armas atômicas.
Ao final da guerra a Alemanha foi dividida em dois países (até 1990): República Federal da Alemanha e república Democrática Alemã. Foi criada a ONU (Organização das Nações Unidas), com o objetivo de evitar novos conflitos.

 Fonte: Base de Dados do Portal Brasil. 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Desenhos animados japoneses antiamericanos durante 2º GM

Os primeiros filmes de desenhos animados japoneses foram feitas como filmes de propaganda por Mitsuyo Seo e mostrou "Peach Boy" personagem folclórico favorito do Japão. Sea Eagles do Momotaro foi feito em 1942. A sequela do Mar Divino guerreiros do Momotaro foi lançado em 1945. americanos e britânicos foram chamados " Os brancos bárbaros "pelos japoneses. 

Sea Eagles do Momotaro 

O enredo: Com o personagem "Peach Boy" do folclore japonês, este filme foi dirigido às crianças, contando a história de uma unidade naval que consiste na Momotarō humana e diversas espécies de animais que representam as raças do Extremo Oriente que lutam juntos por um objetivo comum. Em uma dramatização do ataque a Pearl Harbor, os ataques desta força os demônios na ilha de Onigashima (representando os americanos e britânicos demonizados na propaganda japonesa), eo filme também utiliza imagens reais do ataque a Pearl Harbor.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Propaganda nazista

Propaganda nazista



"Nunca houve uma idéia e não há idéia de que é tão repugnante ou tão absurdo que não vai encontrar crentes".
- Roberta Kalechofsky de 1985

Ideologia de Hitler estava enraizada em anti-semitismo de profundidade. No entanto, durante sua campanha eleitoral, ele atenuada seus ataques contra os judeus e, em vez salientou a necessidade de unidade nacional e uma forte liderança (Abzug, p.7).Ele retratou a si mesmo como um pacificador durante as eleições, mas uma vez no poder, Hitler não perdeu tempo implementando sua ideologia de ódio. De acordo com Jeffrey Herf (2006), os textos e imagens de propaganda de guerra são um meio de revelação de entender por que o anti-semitismo levou ao Holocausto (p. 1). O regime nazista ganhou o controle da indústria de impressão sob o Reich e usado com cuidado linguagem trabalhada, a fim de convencer milhões de seguir a sua visão de anti-semitismo. Enquanto isso, os alemães também buscou maneiras de melhorar a sua imagem nos Estados Unidos, mesmo indo tão longe como a contratação de empresas de relações públicas americanas para ajudá-los (Lipstadt, 1986, p. 6). Na vanguarda do ódio nazista era propaganda anti-judaica. Os nazistas usaram estereótipos pré-existentes para retratar os judeus como bactérias que se alimentam fora do país-sede, envenenadas sua cultura, apreendidos sua economia, e seus trabalhadores escravizados (USHMM, sd). Outras imagens pré-existentes de 'judeu' incluído parasitas, sanguessugas, diabos, ratos, bacilos, gafanhotos, vermes, aranhas, sugadores de sangue, piolhos e vermes venenosos, entre muitas outras descrições não-humanos.Embora essas imagens não eram novos, estavam agora patrocinado pelo estado (USHMM, sd). Enquanto os judeus certamente não eram o único grupo alvo da ideologia de Hitler, eles não deveriam viver com o genocídio. A "Solução Final" foi a "resposta" para a "Questão Judaica." Como Elie Wiesel disse: "Nem todas as vítimas eram judeus, mas todos os judeus foram vítimas". Porque já havia um sentimento subjacente de anti-semitismo em toda a Europa , os nazistas foram capazes de convencer facilmente muitos a seguir a sua ideologia de ódio, usando muitos formulários impressos de propaganda anti-semita.
A repetição era uma parte da retórica nazista (Lang, 2003, p. 97). A saturação de propaganda nazista na vida cotidiana permitiu pessoas comuns para racionalizar o irracional. Como Aronsfeld (1985), explica: "A propaganda incessante criou, e tinha a intenção de criar uma atmosfera em que o assassinato dos judeus era para ser considerado não só não é crime, pelo contrário, como um ato meritório realizado no serviço da raça humana "(p. 59). Propaganda nazista era uma ferramenta, um instrumento de dominação, e um agente de engano.Propaganda impressa foi um especialmente poderosa para permitir o genocídio para se deslocar de ideologia para a ação.

Jornais
Em 1933, mais de 4.700 jornais diários e semanais foram publicados anualmente na Alemanha, mais que em qualquer outra nação industrializada. Quando Hitler chegou ao poder, 81% de todos os jornais alemães eram de propriedade localmente. No entanto, dentro de alguns meses, os nazistas ganharam o controle da imprensa e foram capazes de regular as mensagens enviadas da Alemanha. Der Stürmer (O Stormtrooper) foi o jornal anti-semita mais notório na Alemanha. Fundada por Julius Streicher, em 1923, publicou sua mensagem de ódio por mais de 20 anos. Como Aronsfeld (1985) notas, papel de Streicher especializada em indisfarçável incitação ao assassinato (p. 24). No entanto, Hitler argumentou que os judeus eram ainda mais diabólico do que Streicher retratado eles sejam (manter isso em mente ao ver as imagens e manchetes abaixo). As páginas de Der Stürmer foram usadas como prova nos julgamentos de Nuremberg, incluindo o seguinte:
Página de "Der Stuermer", mostrando uma foto montagem anti-semita, Alemanha, 1939.



As imagens abaixo são apenas algumas das "notícias" abrangidos peloDer Stürmer .
O artigo de primeira página abaixo, intitulado "Quem é o inimigo?" Culpa judeus para destruir a ordem social e afirma que os judeus querem a guerra, enquanto o resto do mundo quer a paz.

Abaixo: A primeira página da edição mais popular do Der Stürmer , com uma reedição de uma representação medieval de um assassinato ritual suposta cometidos por judeus.

O artigo de primeira página abaixo mostra o "judeu" como um fomentador de guerras que se parece com aprovação como o mundo não-judaico é crucificado em uma cruz.

Abaixo: Danzig escritório do Der Stürmer , com uma caricatura judaica na janela da frente.

Cartazes e anúncios
Os nazistas também usaram cartazes e anúncios para manipular o povo alemão em apoio a um regime de violência, assassinato em massa e genocídio. Muitas vezes, os judeus foram responsabilizados pelos problemas da Alemanha.

O cartaz abaixo afirma: "Ele é culpado para a guerra!"

O cartaz abaixo afirma: "Por trás das potências inimigas: os judeus"

Os nazistas usaram uma exposição denominada Der ewige Jude [ O Judeu Errante ou The Eternal Jew ] para divulgar sua propaganda anti-semita. De acordo com o Museu do Holocausto dos Estados Unidos (sd), a exposição atraiu 412.300 visitantes, mais de 5.000 por dia, durante a sua execução, no Deutsches Museum em Munique a partir de novembro 1937 a janeiro de 1938.
A imagem abaixo mostra a capa de uma publicação 1937 anunciando oDer ewige Jude exposição.


Abaixo: oficiais nazistas na abertura da Der ewige Jude em Munique, Alemanha, 8 de novembro de 1937.

Abaixo: A entrada para Der ewige Jude exposição em Viena, na Áustria, em agosto de 1938.
Der ewige Jude exposição foi inspiração para um filme e um livro cheio de propaganda anti-semita. A imagem abaixo mostra um cartaz anunciando o filme 1940.

Livros
Stürmer - Verlag, editora de Streicher, também produziu literatura infantil anti-semitas, incluindo o infame Der Giftpilz [ O Cogumelo Venenoso ] e Trau keinem Fuchs auf grüner Heid und keinem Jud bei seinem Eid [ Trust No Fox no prado verde e Nenhum judeu em seu juramento ]. Estes textos foram utilizados para doutrinar a juventude alemã com poderosas palavras anti-semitas e imagens.

A imagem abaixo mostra as crianças "arianos" leitura Der Giftpilz [ O Cogumelo Venenoso ].


Abaixo: A capa da Der Giftpilz.



A imagem abaixo mostra uma página de Der Giftpilz . O texto na parte inferior lê: "O nariz é torto judaica em sua ponta. Parece que o número 6. "

Abaixo: uma página a partir de um livro de colorir anti-semita, também publicado pela editora de Streicher.

Abaixo: A capa do Trau keinem Fuchs auf Grüner und Heid keinem Jud bei seinem Eid [Trust No Fox no prado verde e Nenhum judeu em seu juramento].

A imagem abaixo mostra uma página do Trust No Fox no prado verde e Nenhum judeu em seu juramento. Observe a diferença entre a imagem do "judeu" na capa ea imagem da "Juventude de Hitler 'aqui.

As imagens abaixo são páginas de outros anti-semitas primers para crianças, também impressos por Streicher.
As manchetes na imagem abaixo leitura: "Os judeus são a nossa desgraça" e "Como o judeu trapaceia". Alemanha, 1936.

O sinal na imagem abaixo lê "os judeus não são desejados aqui." Alemanha, 1936.

Der ewige Jude exposição foi inspiração para um livro cheio de propaganda anti-semita. A imagem abaixo mostra uma página do livro,Der ewige Jude . A legenda diz "bairros judeus orientais desenvolver ... O que Kant chamou de" uma nação de cheaters 'mudou-se para a terra prometida da Alemanha. Todos os jornais do dia (mesmo aqueles que não hostil aos judeus) relatar os negócios desonestos de judeus orientais. A inteligência da criminalidade judaica é surpreendente.Assim como surpreendente é a paciência com que a população ameaçada aturar estas actividades criminosas "(como citado em Bytwerk, sd).
Abaixo: Uma página do livro, Der ewige Jude . A legenda diz "Nas capitais da Europa. Os judeus têm um gueto auto-escolhido em Berlim em torno de Grenadier e Dragoner Streets. Apenas a altura de seus edifícios separá-lo de seus modelos orientais. É o artigo genuíno: as mesmas criaturas desagradáveis, os mesmos sinais de lojas hebraicas, as mesmas massas de crianças brincando, os mesmos maus cheiros e pilhas de sujeira "(como citado em Bytwerk, sd).
Abaixo: Uma página do livro, Der ewige Jude . A legenda diz "Grenadier Street. Neste bairro judaico de Berlim, um alemão se sente como se ele está em território inimigo. Ele é vigiado, cercado, seguido. Uma meia dúzia de jornais hebraicos são impressas. Aqui a polícia descobrir locais de reprodução dos vermes criminoso e político "(como citado em Bytwerk, sd).

A linguagem de genocídio
Os nazistas usaram um vocabulário camuflada no engano como uma ferramenta para permitir o genocídio de passar de ideia à ação. As palavras eram agora sujeitos a autoridade política. Lang (2003) afirma que a linguagem era tanto a vítima do genocídio nazista contra os judeus e uma de suas muitas causas (p. 81).
Exemplos de distorção da língua nazistas; o que Lang (2003) chama de "substituições lingüísticas" (p. 92-96):
- " befriedungsaktion "= pacificação
- " Säuberung "= limpeza
- " abwanderung "= tendo sido migrados
- " umsiedlung "= reassentamento
- " Aussiedlung "= evacuação
- " auflockerung "= desbaste
- " Endlösung "= Solução Final (política de extermínio)
- "S onderbehandlung "= tratamento especial
- " ausschaltung "= remoção
- " badeanstalten "= arranjos de banho (câmaras de gás)
- " figuren "= figuras, peças (as vítimas)
As palavras listadas acima foram usados ​​como eufemismos para esconder o que realmente estava acontecendo com os judeus da Europa: deportação e assassinato em massa. Lang (2003) explica que havia uma disparidade entre a conotação normal de uma palavra ou frase e seu significado dentro do Holocausto (p. 88). Os nazistas usaram estas palavras em sua propaganda impressa, a fim de chamar a atenção das pessoas sobre o objetivo (a "Solução Final"), e não o meio pelo qual o objetivo seria alcançado.
Resumo
O genocídio não só foi perpetrado por malfeitores, mas também por aqueles que acreditaram na propaganda. A complacência do público foi um componente fundamental da ideologia de Hitler. O sucesso da propaganda nazista dependia repetição constante da demonização dos judeus. Propaganda impressa reiterou a ideologia que os judeus eram a causa dos problemas da Alemanha e os comparou a vermes na necessidade de extermínio. Os jornais publicaram manchetes, artigos e imagens que descrevem os judeus como estrangeiros, enganoso e perigoso para o bem-estar do Estado. Posters caricaturized judeus como a raiz de todos os problemas do mundo. Livros promovido ideologia anti-semita e livros infantis enraizada essa ideologia na juventude. Linguagem camuflada destaque eufemismos que enganou o público a ignorar os meios por trás das palavras. Como Aronsfeld (1985) argumenta, a propaganda nazista ajudou a transformar as palavras de Hitler em ações (p. 1). Propaganda impressa é um poderoso instrumento usado para enganar o público, diminuir as atrocidades, e permitir que o genocídio nazista contra os judeus.